Combate ao crime depende também dos registros dos moradores e de mais policiais
Foram tratados do projeto de implantação de mais câmeras e sistemas em Barão, da Vizinhança Solidária e de casos recentes ocorridos nas regiões do Village e do São Marcos.
Na última reunião do CONSEG (Conselho de Segurança) das regiões de Barão e São Marcos, ocorrida em 10/7 no Salão Paroquial Santa Isabel, foram ressaltadas duas questões fundamentais para maior eficiência no combate à criminalidade: a necessidade de mais registros detalhados oficializados em Boletins de Ocorrência e Protocolos e por outro também uma presença mais constante de viaturas e participação de equipes das forças de segurança em todos os quadrantes e principalmente em eventos reclamados que perturbam o sossego. (veja abaixo)
Além da diretoria do CONSEG participaram também o capitão Santin da 3ª Cia da PM, o inspetor Valter Lima Jr da Guarda Municipal, o subprefeito Osvaldo Kaise e o presidente do CONSEG de Paulínia Maurício Santos que foi convidado, além de cerca de 30 moradores da região. Dessa vez a delegada da 7ª DP não participou. As lideranças das forças policiais na reunião ressaltaram a importância da união das comunidades e registro das ocorrências para terem eficiência no combate à violência, criminalidade e às perturbações de sossego na região. Porém vários moradores presentes também reforçaram a necessidade de maior presença policial sobretudo nos bairros mais periféricos da área (como o Village, no extremo nordeste da região e o Jd. Campo Florido no lado oposto no extremo Oeste , quase divisa com o Matão e Anhaguera) e outros bairros que se sentem isolados como Real Parque, Bosque, Terras de Barão (Rhodia), Vila Esperança etc.
Convidado para a reunião o presidente do CONSEG de Paulínia, Mauricio Santos, falou sobre a importância da interrelação entre os CONSEGs devido à conurbação e contiguidade e haver algumas passagens e rotas de fuga entre as duas regiões. Maurício lembrou que a maior quantidade de condomínios residenciais de Paulínia ficam em Betel ou próximo onde ocorreram diversos casos e problemas de segurança da cidade. “E talvez esses mesmos problemas que ocorrem em Paulínia aflijam também condomínios ou propriedades de Campinas e acaba se tornando uma solução comum nas buscas das forças de segurança nesses principais problemas.” – Maurício declarou que o CONSEG Paulinia se coloca a disposição para em algum momento pudermos contribuir em qualquer momento estamos também à disposição da comunidade de Barão Geraldo tambem.
CICC prepara projeto de ampliação do sistema de monitoramento em todo Barão Geraldo
O presidente do CONSEG Ricardo Amâncio anunciou que a central de monitoramento de câmeras de Campinas – o chamado CICC (Centro Integrado de Comando e Controle) da Guarda Municipal – tem um projeto para ampliar a rede de câmeras de Barão Geraldo no sistema de toda a cidade (CIMCAMP) que atualmente é coordenado pelo CICC, e que é também integrado ao Centro de Inteligência Metropolitano (C.I.M.). Segundo ele, esse projeto será apresentado em Barão e o CONSEG está fazendo estudos junto com o CICC para apresentar as melhores propostas de instalação ou O projeto será apresentado numa reunião especifica com comerciantes, empresas e moradores: “Nessa reunião serão faladas todas as informações necessárias, de como usar as câmeras como é feita a ligação, como é o contrato etc. Mas não deve ser uma reunião ordinaria do CONSEG . Talvez será uma reunião especifica para essa apresentação. Realmente Barão Geraldo é muito grande demais e vamos ter que fazer algo extra porque é difícil cobrir tudo” – disse Amâncio.
Como funciona o sistema, segundo a Guarda
A pedido da moradora do Village, o inspetor da Guarda Municipal Valter Lima Jr. disse que hoje o atual sistema de monitoramento por câmeras de Campinas permite que também proprietários de câmeras externas, com apenas o CPF (sem necessário ser pessoa jurídica, com CNPJ), possam também integrar sua câmera externa ao sistema da cidade se for interesse da pessoa ou ela permitir. Após acertado com a Prefeitura, sem custo, os técnicos do CICC informam quais equipamentos são necessários e como fazer. Assim que acertado, a câmera só é acessada caso a pessoa solicite através de um chamado . ” Se a pessoa que tem a câmera perceber alguma ameaça ou caso suspeito ou relevante na rua, ela aciona o botão do CICC e assim o CICC começa a monitorar (aquela e outras câmeras vizinhas para registrar a ação suspeita e assim enviar uma viatura.
Mas para que haja a integração ao sistema , são necessários alguns requisitos básicos para que o sistema consiga integrar e captar a câmera particular . Além disso , os técnicos examinam os locais, a localização e posicionamento das câmeras e ajudam a montar o sistema (um e exemplo são as câmeras “dome” . Nem sempre câmeras mais caras (como as câmeras “Dome”) conseguem captar imagens melhores que uma câmera comum e mais simples
Segundo o GM Valter, não são permitidas câmeras internas de condomínios ou estabelecimentos. Apenas para câmeras voltadas para a rua, de interesse público, em locais estratégicos onde não haja uma câmera da Prefeitura ou outra câmera já. Além disso o sistema do CICC não permite o monitoramento de sistemas internos particulares (seja de condomínios, empresas, comércios casas etc)
Segundo o GM Valter o CICC tem algumas câmeras inteligentes que estão no sistema OCR que permite o reconhecimento e identificação fácil (Assim como o sistema “Smart Sampa” que ja existe na Capital do Estado) “A tendência é que todas as cidades também adotem essas cameras em seus sistemas” – disse ele por que em Barão ha poucas câmeras: na entrada da Vila Independência(rua Eduardo P. Almeida), na entrada de Betel, na Estrada da Rhodia. A intenção e colocar em todas as entradas e saidas da cidade Mas também todas as cidades vizinhas também ja estão integradas no sistema CIM.
O Capitão Santin da 3ª CIA (responsável pela região entre a SP340 e a Anhanguera) ressaltou que o sistema de monitoramento por Câmeras de Paulínia que vem dando resultado na vigilância e acompanhamento de casos suspeitos e produzindo provas que permita à Policia Civil solicitar a prisão de bandidos. Nessa reunião Santin apresentou os números de flagrantes registrados pela Companhia entre Maio e Junho nesta região:
FLAGRANTES EM MAIO E JUNHO:
3 Trafico de drogas (Real Parque, Aparecidinha
4 Furtos (1 comércio do Jd. S. Genebra , 1 à residência do Vale das Garças com prisão 1 dentro da Unicamp, 1 no estacionamento da CEASA)
2 – Violência Doméstica (1 no Aparecidinha e 1 no Village
2 – Roubos à pessoas ( Vila Holandia e Cidade Universitária)
1 – Roubo de Veículo ( rua Jose Martins )
Não estão colocados nessa estatística acima os Boletins de Ocorrência e registros da 7ª e outras Delegacias referente a ocorrências e fatos ocorridos em Barão. Ele deixou claro que os números acima foram apenas das prisões em flagrante registradas pela 3a Cia e as da Policiai Civil que tem é a delegada que nao esteve presente dessa vez.
O Caso do Village
Nessa reunião o capital Santin falou bastante. Por solicitação de uma moradora, ele narrou um caso divulgado por whats app de um “sequestro relâmpago” que não chegou a se efetivar. Segundo ele, foram feitos uns 4 BO´s (Boletins de Ocorrência) e além disso ele ficou sabendo dos vários casos comentados pelos grups de whats app, através do próprio CONSEG e devido a esses informes, enviaram uma viatura no dia 27 de Junho que começaram a monitorar e chegaram a prender indivíduos “Acreditamos que os indivíduos estavam se preparando para fazer uma vítima” Ele disse que através dos BO´s registrados os policiais conseguiram localizar os indivíduos num carro que seguia pela Estrada do Vale das Garças e tentavam se livrar dos objetos dentro do carro. Entre eles estava uma moça menor de idade. Todos foram autuados e presos , mas liberados depois. Porém alguns dias atrás (primeiro final de semana de julho) ficaram, sabendo pelo whats de uma nova ocorrência de um carro uno que havia colidido com outro e que por isso suspeitaram que se tratava de uma tentativa de um novo sequestro. Mas logo descobriram que o carro era de um morador e que fora apenas um acidente
Segundo Santin as dificuldades que eles tiveram foram as informações que o CONSEG e eles tiveram atraves de whatsapp “E as informações que chegam pra nós pelo whats vem muito “picotadas” , incompletas, sem nexo, difíceis de entender pela forma de escrever do que aconteceu. Então como eu disse para o Ricardo, nossa forma de comunicação oficial são os B.O.´s. É através deles que vamos conseguir enxergar o que esta acontecendo a distância, isto é, através da intranet”, e é uma informação que ja passou por um filtro, com um registro formal com a informação registrada que vai facilitar o entendimento não só da Policia Militar como da Guarda e da própria policia civil”
Depois ele comentou: “Os grupos de whats app tem a função de agilizar a informação entre voces. Mas para a Policia, o que vai servir de fato é só mesmo com o B.O e a formalização dos fatos. Para que haja deslocamento momentâneo de uma equipe policial, é necessário ligar no 190 e informar os dados para que possam organizar as equipes e viaturas para o local“
Santin lembrou que a Policia Militar já esta acostumada com ondas de crimes com os mesmos métodos que se repetem por um certo tempo e lembrou de alguns antigos. E disse “A população fica apreensiva com isso porque nunca sabemos como a ocorrência vai terminar devido a presença de armas de fogo Mas peço que confiem no trabalho da Policia Militar, da Civil e da Guarda pois sempre estamos em contato e planejamento. Lógico que as coisas não se resolvem no tempo que desejamos. Às vezes leva mais tempo para conseguirmos realizar uma prisão. às vezes leva anos. E pra isso que precisa de nosso trabalho constante”. –
“Normalmente as pessoas vão ao Conselho ou Vizinhança Solidaria achando que imediatamente terão soliução para seu problema imediata ou no dia seguinte. E não é e um trabalho de formiga . O Conselho de segurança e o sistema de vizinhança solidaria é um trabalho de médio a longo prazo”.
Núcleos de VIZINHANÇA SOLIDÁRIA são essenciais para ampliar a Segurança
Esse assunto levou à importância do fortalecimento dos Núcleos e criação de outros que estão faltando. Os grupos de Vizinhança Solidária foram criadas ha mais de 20 anos pela Secretaria Estadual de Segurança Publica para interligar os bairros e grupos de vizinhança diretamente à Policia Militar, para avisos e comunicação de informações de ameaças à segurança local. Para isso, cada grupo de loteamento ou bairro deve eleger um ou mais Tutores que será o intermediário com contato direto com algum policial e com o Conselho de Segurança da comunidade. Essa questão foi melhor explicada pelo presidente Ricardo e pelo Capitão Santin.
Segundo o presidente Amâncio, Barão Geraldo já chegou a ter 21 grupos de Vizinhança Solidária – em cada bairro – e hoje são apenas alguns. O objetivo é que os grupos conheçam os problemas da vizinhança e juntos se reúnam para atingir objetivos e benefícios comuns a todos, principalmente na Segurança Publica, Mas até para melhorar outras condições do bairro.
Ricardo informou que teve uma reunião virtual com alguns tutores de grupos Vizinhança Solidária de Barão para discutirem as informações e instruções entre os tutores e as forças policiais locais e informou a necessidade de se formar mais grupos em bairros. Pois o importante é que os moradores locais tenham esse “senso de pertencimento”, (como ja acontece normalmente em condomínios fechados). Ele disse que para que haja maior presença da Polícia Militar no bairro , “depende muito mais dos próprios moradores e nessa troca de ideias e informações, a gente dê algumas sugestões para que se saiba normalmente para quem pedir ajuda pra conseguir maior benefícios na segurança de todos”
Conforme Amâncio uma das questões importantes debatidas com os Tutores do Vizinhança é o fortalecimento da Central de Monitoramento da Prefeitura que vem multiplicando o numero de câmeras interligadas pela cidade e uma das coisas que os grupos podem fazer é indicar locais que precisam de alguma câmera pública ou de integrar alguma câmera particular de um empreendimento ou residência ao sistema da Prefeitura.
Como formar mais grupos
Em vários bairros e regiões há a necessidade de se formar novos Núcleos e para isso há uma diretora do CONSEG, Maria Celia, que já há muitos anos faz parte e trabalha com isso e pode servir como um intermediador com a Policia Militar. Na formação do grupo normalmente se faz uma reunião para se explicar todos os detalhes de forma que todos se sintam mais envolvidos e é criado um grupo do whats onde todos atuam de maneira voluntaria tendo um Tutor do grupo que seria o responsável pela comunicação oficial constante (24h por dia) que passaria para a Célia e dessa para o Ricardo como presidente do CONSEG, que por sua vez passa para o Capitão da 3ª Cia . E essas informações devem ser encaminhadas de forma organizda e detalhada .
Sobre o Vizinhança o Capitão Santin disse “Num momento de emergência a primeira coisa a fazer é ligar 190. Depois escrever para o grupo de Vizinhança Solidaria e no dia seguinte oficial pelo o B.O (boletim de ocorrência)” . O importante é que tenha o máximo de informações possíveis e de forma organizada . …. A importância disso é a força de cada morador dentro do bairro E depois talvez fazer um abaixo assinado por exemplo para solicitar uma melhoria Assim e mais facil a população se enxergar para conseguir atingir uns objetivos e facilitar a vida de todos.
Santin reconhece que a presença constante de uma viatura em um bairro reduz casos “Mas o cobertor é curto. Nós não temos condições de estar em todos os bairros infelizmente…. Mas muita coisa ja melhorou bastante e para melhorar precisamos unir forças, conseguir maior monitoramento e ter um pouco de paciência. “Normalmente as pessoas vão ao Conselho ou Vizinhança Solidaria achando que imediatamente terão solução para seu problema imediata ou no dia seguinte. E não é, e um trabalho de formiga…… O Conselho de Segurança e o sistema de Vizinhança Solidaria é um trabalho de médio a longo prazo”.
Problemas da região
O caso da região do Takanos/ Campo Florido/ San Martin
O morador Edson , do bairro Campo Florido, da região próxima à rodovia Anhanguera, trouxe considerações da região . Em primeiro lugar sobre a necessidade de se criar um Conselho de Segurança especifico para aquela região visto à grande diferença histórica, geográfica e de identidade entre as duas regiões e também à dificuldade de transporte, falta de ruas, integração e tempo para participação. Segundo ele, algumas lideranças comunitarias locais vem solicitando a criação talvez de um outro núcleo do CONSEG ou distrito policial, já que a região é tambem ligada à 7a DP de Barão, o que dificulta drasticamente o atendimento local. “Nossa região quase não é atendida pela Polícia por que as pessoas não vem até aqui para que sejam ouvidas. Por isso queriamos criar um núcleo do CONSEG la na região“.
Outra questão importante é a necessidade de fortalecimento de Núcleos de Vizinhança Solidária que ja existem na região desde 2014, porém com períodos ativos e outros não . Ja houve períodos no passado que houve vários furtos de residência e depois parou. Mas segundo ele, quando havia os núcleos de Vizinhança, a frequência de viaturas da Policia Militar era maior. E já recuperaram veículos roubados através do Vizinhança.
Também foi perguntando sobre a redução do efetivo (soldados) na Policia Miliar e o que esta sendo feito para aumentar esse efetivo. O capitão Santin disse que essa redução é um problema crônico que ocorre em todo o pais. E que depende muito dos períodos de politica estadual e que os salarios atuais são compatíveis com o do mercado , e muitas vezes os centros de formação policial começam com 2000 formandos e terminam com 800. Porém, segundo Santin em sua gestão na 3ª Cia ele conseguiu trazer mais duas levas uma primeira com 17 soldados e depois mais 9 foram integrados à Companhia
PERTURBAÇÃO DO SOSSEGO ( Campeonato de “Relo” de pipas e pancadões)
Outros problemas que foram relatados – que acontecem também naquela região – são os campeonatos de pipa (chamados de campeonatos de “relo”) e os pancadões que perturbam muito o sossego dos moradores.
“Mais uma vez venho aqui solicitar a atenção da Guarda Municipal e Policia Militar pra que a gente consiga dar um bom termo nessa solução porque eu acredito na solução comunitaria desses problemas. Ja foi reclamado em outras reuniões e até na reunião do Orçamento Cidadão em que a Guarda fez uma apresentação maravilhosa de seus muitos recursos e equipamentos. Tem a ação do “centro Seguro” mas e a periferia? Então esse é o papel do Estado E o Estado não pode transferir para o cidadão o que é o papel do Estado! A Guarda ja foi chamada várias vezes na região e não tem ido. Entao mais uma vez faço a solicitação porque a situação de perturbação do sossego ja saiu fora do controle” – disse Edson.
O GM Valter, da Guarda Municipal disse que irá averiguar o que está acontecendo com o patrulhamento na região. Segundo ele 90% dos atendimentos da Guarda referem-se à enfrentar eventos de perturbação do sossego e pancadões (que geralmente chamam de “baile fanke”) em diversos bairros da cidade, mas principalmente no Oziel e Campo Belo. “Mas é o mesmo problema de todas as forças “… o cobertor é pequeno não dá tempo pra atender a todos“. Segundo o GM Valter assim como o uso de Cerol , também os bailes pancadão são proibidos por lei em Campinas e muitas vezes há moradores, políticos e outras pessoas que são contra as ações e tentam impedir a ação repressiva da Guarda. Em pancadões a Guarda e policiais são recebidos com pedradas, garrafadas e o os guardas reagem com gás lacrimogênio e tiros de balas de borracha e são tantas vezes que esse material a Guarda não tem mais e precisa esperar a licitação da Prefeitura para comprar . “Além disso são materiais caros e dificeis de comprar e as licitações demoram a serem feitas e para serem pagas. E nesses casos é preciso muitas viaturas e materiais de repressão. Nós fazemos a dispersão no local e às vezes apreendemos veículos, drogas etc Mas logo depois todos voltam ao local. Tentamos fazer e nos empenhamos ao máximo e às vezes temos a população contra nós“.
Sobre as dificuldades encontradas pelas forças policiais – tanto de numero de viaturas quanto de material e reação de moradores foi reclamado que se trata de problemas que o Estado é que tem a obrigação de resolver. O presidente do CONSEG Ricardo disse que dá pra utilizar o CONSEG pra tentar reinvindicar a solução desses problemas. “Se fizermos uma reunião forte nessa região, com muitos líderes comunitários, vai ser um grupo forte . Não so um morador cobrar mais bastante gente. Se fizermos um grupo forte, vai incomodar. Se trabalharmos nesse sentido , tenho certeza que alguma coisa de imediato vai acontecer. Em qualquer região quanto mais gente a houver nessa reunião , mais força a gente vai ter“.
Segundo Ricardo , se ha falta de policiais ou equipamentos, a população tem que cobrar. Se não resolve cobrar das autoridades locais , vamos ter que ir cobrar na Prefeitura, em São Paulo. A gente tem que fazer barulho! Se não fizer barulho nada acontece
CONSEG SE DISPÕE A LUTAR POR DEMANDAS DESDE QUE REGISTRADAS
A diretoria passou formulários a todos os representantes de bairros para preencherem com principais demandas a serem solucionadas ou enfrentadas Mas não apenas na área policial ou de segurança, mas relativo à qualquer problema ou demanda urbana de Barão


fotos e texto de Arney Barcelos



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